sábado, 2 de março de 2019

Governo Bolsonaro: forçado a recuar no caso de Ilona Szabó, Moro perde seus 'superpoderes'

Governo Bolsonaro: forçado a recuar no caso de Ilona Szabó, Moro perde seus 'superpoderes'


Ilona Szabó
Ilona é conhecida por sua posição contrária à flexibilização do porte de armas.





quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Mais Que tudo - Rafael: Mais Que tudo - Rafael: Revelado: Como vender na ...

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Trump é 'racista, vigarista e trapaceiro': como acusações de ex-advogado podem abalar a Casa Branca

Trump é 'racista, vigarista e trapaceiro': como acusações de ex-advogado podem abalar a Casa Branca



Michael Cohen chegando para receber sua sentença
Ex-advogado de Trump afirmou que presidente é 'vigarista e trapaceiro'

Washington parou na manhã desta quarta-feira (27) para assistir ao vivo, em todos os principais canais de televisão americanos, o depoimento a parlamentares do ex-advogado e "faz tudo" de Donald Trump, Michael Cohen.
E ouviu, logo no início da sessão, Cohen afirmar em alto e bom som que o presidente dos EUA e seu ex-patrão é "racista, vigarista e trapaceiro".
Divulgadas na véspera para a imprensa local, as 20 páginas da fala inicial de Cohen impressionam pelos ataques ao caráter do presidente - "me mandou mentir para a primeira-dama" - e sua relação com as leis - "mentiu para o país", "subornou uma atriz pornô" e "fraudou um leilão".
Tido durante anos como um dos conselheiros mais próximos do presidente, Cohen advogou entre 2007 e 2017 para Trump. Em dezembro, ele foi condenado a três anos de prisão por evasão fiscal e por mentir ao Congresso americano. Semanas antes de ser preso, ele colaborava com a Justiça em um processo semelhante às delações premiadas do Brasil.
Perante o Congresso nesta quarta-feira, ele afirmou que Trump sabia, durante a campanha, que colegas estavam negociando com o WikiLeaks o vazamento de emails para prejudicar a campanha da adversária democrata Hillary Clinton.
O advogado também disse que o presidente mentiu ao afirmar que não participou de negociações para a construção de um hotel em Moscou com investidores russos. "Ele mentiu sobre isso porque nunca esperou vencer (a eleição). Também mentiu sobre isso porque ele ganharia centenas de milhões de dólares com o mercado imobiliário de Moscou."
O presidente também teria fraudado um leilão para supervalorizar um retrato de si mesmo - que hoje estaria decorando um de seus resorts.
O depoimento ao Comitê de Supervisão e Reforma da Câmara acontece no mesmo dia em que o presidente tenta chamar atenção do mundo para seu encontro no Vietnã com o líder norte-coreano Kim Jong-un. E o termo impeachment não demorou a aparecer no salão do Congresso americano.

Donald Trump em 17 de janeiro
Segundo Cohen, Trump ganharia centenas de milhões de dólares com investimentos na Rússia

Pouco depois da fala inicial de Cohen, o congressista republicano Jim Jordan, que citou a palavra pela primeira vez, disse que o depoimento era parte de uma tentativa dos rivais democratas de "tirar o presidente do governo".
"É importante deixar clara uma diferença que muitos não percebem. Impeachment, para a lei americana, é a abertura do processo de investigação contra um presidente. Não é o resultado final. A sentença final significa a remoção ou não do presidente, e isso ocorre depois que ele já sofreu o impeachment", diz à BBC News Brasil o juiz federal americano Peter Messitte, que vive nos arredores de Washington e já morou no Brasil nos anos 1960.
De acordo com o juiz, o testemunho de Cohen poderia, teoricamente, ser usado por oponentes de Trump para acusar o presidente de suborno ou obstrução de Justiça.

Impeachment nos EUA

O que pode embasar um pedido de impeachment nos Estados Unidos?
"A lei coloca como bases possíveis para o impeachment a existência de 'crimes graves ou contravenções'. Mas o que isso significa na prática? "A Constituição não diz", afirma Messitte.
"É preciso que algo sério ocorra, mas há leituras de que não seria preciso um crime específico para um processo de impeachment ocorrer - abuso de poder, por exemplo, seria um argumento."
Para o especialista no sistema judicial americano, um processo de impeachment, assim como no Brasil, depende acima de tudo de vontade política.


Donald Trump em coletiva de imprensa em 14 de janeiro
Trump foi acusado pelo seu ex-advogado de ter cometido fraude no leilão de um retrato dele próprio


"Se não houver disposição política, o processo simplesmente não acontece. Não se sabe como os democratas vão reagir. É possível - e eles já demonstraram - que prefiram manter Trump onde está e enfraquecê-lo sem tirá-lo do governo. A decisão está nas mãos de pessoas como Nancy Pelosi (líder democrata na Câmara)", diz.
Caso o impeachment aconteça, um longo processo de audiências teria início, sem previsão de encerramento.
"Se o processo for aberto pela Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados do Brasil), uma série de etapas de coleta de documentos e evidências e convocação de testemunhas passa a acontecer", diz.
"Cohen seria novamente chamado a depor, dessa vez como testemunha, junto a outras pessoas. Ele então repetiria os fatos que apresentou nesta quarta-feira", diz.
Após votação por simples maioria na Câmara, o caso iria para o Senado, onde seriam necessários votos de dois terços dos membros da Casa - que atuariam "tanto como juízes quanto como júri", segundo Messitte.
Na história dos EUA, dois americanos - Richard Nixon e Bill Clinton- sofreram processos de impeachment. O primeiro renunciou às vésperas de ser afastado. O segundo foi inocentado pelo Senado, após ser considerado culpado pela Câmara.

O que Cohen apresenta como prova

"Donald Trump é um homem que concorreu à Presidência para tornar sua marca grande, não para tornar nosso país grande (em referência ao slogan de campanha "Make America Great Again"). Ele não tinha desejo ou intenção de liderar esta nação - apenas de se promover e construir sua riqueza e poder", disse Cohen aos deputados.
A credibilidade de Cohen, no entanto, vem sendo questionada por aliados de Trump, que o chamaram de "fraudador" e "criminoso" durante a audiência.
O ex-advogado - que perdeu recentemente o direito de exercer a profissão - foi condenado a três anos de prisão após confessar culpa em uma série de acusações que incluem fraudes fiscais e bancárias e declarações falsas ao Congresso em um depoimento anterior.
Donald Trump e Putin
Mueller está conduzindo uma investigação sobre a suposta interferência russa na eleição presidencial

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Mais Que tudo - Rafael: Revelado: Como vender na internet - Definitivo

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Revelado: Como vender na internet - Definitivo



Ei, se você trabalha com marketing digital e nunca viu esse vídeo, VOCÊ NÃO SABE O QUE ESTÁ FAZENDO.

Digo com propriedade, trabalho e coloco em prática, todas as estratégias do Érico, por isso não perca seu tempo.

Comente o que você achou do vídeos!





domingo, 24 de fevereiro de 2019

Mais Que tudo - Rafael: Por que a crise na Venezuela interessa tanto paíse...

Mais Que tudo - Rafael: Por que a crise na Venezuela interessa tanto paíse...: Por que a crise na Venezuela interessa tanto países como Rússia, China e Turquia  A questão venezuelana ultrapassa as fronteiras do ...

Por que a crise na Venezuela interessa tanto países como Rússia, China e Turquia

Por que a crise na Venezuela interessa tanto países como Rússia, China e Turquia 

Manifestação a favor do governo da Venezuela na Turquia
A questão venezuelana ultrapassa as fronteiras do continente americano





Xi Jinping e Maduro
Acredita-se que a Venezuela deva à China cerca de US$ 16 bilhões
Foi justamente essa falta de transparência que fez com que a opinião pública chinesa ficasse desconfiada dos investimentos feitos na Venezuela.
Vincent Ni, analista da BBC para a China, explicou à BBC World que o governo "geralmente é muito aberto" em relação a seus investimentos no exterior. Então, o fato da China não "querer revelar quanto emprestou à Venezuela diz muito".
Diante da censura a que está submetida a população chinesa, é preciso recorrer à internet para saber o que os chineses pensam sobre esse tema. "Basicamente, (os chineses) dizem que a China ainda é um país em desenvolvimento e que há muitas pessoas vivendo na pobreza. (Assim, como pode) estar dando tanto dinheiro a outros países?", disse Ni. O especialista ressaltou, porém, que é difícil saber o quão representativos são comentários anônimos na internet com esse teor.
Mas a decisão chinesa de investir na Venezuela é estratégica. "(A China) sempre teve uma visão de longo prazo em relação à Venezuela: sendo este o país com as maiores reservas de petróleo do mundo, fazia sentido investir ali como uma forma de garantir uma fonte de petróleo, (produto) que é necessário para seu crescimento", disse Carlos de Sousa, da Oxford Economics.
Russ Dallen, um dos sócios do banco de investimentos Caracas Capital Markets, disse ao canal americano CNBC que os chineses temiam que a oposição venezuelana não reconhecesse as dívidas contraídas pelo país durante os anos de Hugo Chávez - ou então que encontrariam "brechas legais" para não honrar com os pagamentos.
"Os chineses não sabem o que fazer. Os homens de Maduro não estão pagando... e a situação continua se deteriorando", disse Dallen.

Bandeiras chinesas e venezuelana, hasteadas na China
Alguns chineses criticam que seu país empreste grandes somas de dinheiro a outros candidatos, quando ainda há tanta pobreza no próprio país


Maduro e Putin
A Rússia tem interesses econômicos e geopolíticos na Venezuela

Maduro e Rohani
Maduro e Rohan herdaram uma boa relação entre seus países dos antecessores Chávez e Ahmadinejyd

Imigrantes venezuelanos na Colômbia
O êxodo venezuelano gerou reação de dirigentes de diversas partes do mundo