quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Trump é 'racista, vigarista e trapaceiro': como acusações de ex-advogado podem abalar a Casa Branca

Trump é 'racista, vigarista e trapaceiro': como acusações de ex-advogado podem abalar a Casa Branca



Michael Cohen chegando para receber sua sentença
Ex-advogado de Trump afirmou que presidente é 'vigarista e trapaceiro'

Washington parou na manhã desta quarta-feira (27) para assistir ao vivo, em todos os principais canais de televisão americanos, o depoimento a parlamentares do ex-advogado e "faz tudo" de Donald Trump, Michael Cohen.
E ouviu, logo no início da sessão, Cohen afirmar em alto e bom som que o presidente dos EUA e seu ex-patrão é "racista, vigarista e trapaceiro".
Divulgadas na véspera para a imprensa local, as 20 páginas da fala inicial de Cohen impressionam pelos ataques ao caráter do presidente - "me mandou mentir para a primeira-dama" - e sua relação com as leis - "mentiu para o país", "subornou uma atriz pornô" e "fraudou um leilão".
Tido durante anos como um dos conselheiros mais próximos do presidente, Cohen advogou entre 2007 e 2017 para Trump. Em dezembro, ele foi condenado a três anos de prisão por evasão fiscal e por mentir ao Congresso americano. Semanas antes de ser preso, ele colaborava com a Justiça em um processo semelhante às delações premiadas do Brasil.
Perante o Congresso nesta quarta-feira, ele afirmou que Trump sabia, durante a campanha, que colegas estavam negociando com o WikiLeaks o vazamento de emails para prejudicar a campanha da adversária democrata Hillary Clinton.
O advogado também disse que o presidente mentiu ao afirmar que não participou de negociações para a construção de um hotel em Moscou com investidores russos. "Ele mentiu sobre isso porque nunca esperou vencer (a eleição). Também mentiu sobre isso porque ele ganharia centenas de milhões de dólares com o mercado imobiliário de Moscou."
O presidente também teria fraudado um leilão para supervalorizar um retrato de si mesmo - que hoje estaria decorando um de seus resorts.
O depoimento ao Comitê de Supervisão e Reforma da Câmara acontece no mesmo dia em que o presidente tenta chamar atenção do mundo para seu encontro no Vietnã com o líder norte-coreano Kim Jong-un. E o termo impeachment não demorou a aparecer no salão do Congresso americano.

Donald Trump em 17 de janeiro
Segundo Cohen, Trump ganharia centenas de milhões de dólares com investimentos na Rússia

Pouco depois da fala inicial de Cohen, o congressista republicano Jim Jordan, que citou a palavra pela primeira vez, disse que o depoimento era parte de uma tentativa dos rivais democratas de "tirar o presidente do governo".
"É importante deixar clara uma diferença que muitos não percebem. Impeachment, para a lei americana, é a abertura do processo de investigação contra um presidente. Não é o resultado final. A sentença final significa a remoção ou não do presidente, e isso ocorre depois que ele já sofreu o impeachment", diz à BBC News Brasil o juiz federal americano Peter Messitte, que vive nos arredores de Washington e já morou no Brasil nos anos 1960.
De acordo com o juiz, o testemunho de Cohen poderia, teoricamente, ser usado por oponentes de Trump para acusar o presidente de suborno ou obstrução de Justiça.

Impeachment nos EUA

O que pode embasar um pedido de impeachment nos Estados Unidos?
"A lei coloca como bases possíveis para o impeachment a existência de 'crimes graves ou contravenções'. Mas o que isso significa na prática? "A Constituição não diz", afirma Messitte.
"É preciso que algo sério ocorra, mas há leituras de que não seria preciso um crime específico para um processo de impeachment ocorrer - abuso de poder, por exemplo, seria um argumento."
Para o especialista no sistema judicial americano, um processo de impeachment, assim como no Brasil, depende acima de tudo de vontade política.


Donald Trump em coletiva de imprensa em 14 de janeiro
Trump foi acusado pelo seu ex-advogado de ter cometido fraude no leilão de um retrato dele próprio


"Se não houver disposição política, o processo simplesmente não acontece. Não se sabe como os democratas vão reagir. É possível - e eles já demonstraram - que prefiram manter Trump onde está e enfraquecê-lo sem tirá-lo do governo. A decisão está nas mãos de pessoas como Nancy Pelosi (líder democrata na Câmara)", diz.
Caso o impeachment aconteça, um longo processo de audiências teria início, sem previsão de encerramento.
"Se o processo for aberto pela Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados do Brasil), uma série de etapas de coleta de documentos e evidências e convocação de testemunhas passa a acontecer", diz.
"Cohen seria novamente chamado a depor, dessa vez como testemunha, junto a outras pessoas. Ele então repetiria os fatos que apresentou nesta quarta-feira", diz.
Após votação por simples maioria na Câmara, o caso iria para o Senado, onde seriam necessários votos de dois terços dos membros da Casa - que atuariam "tanto como juízes quanto como júri", segundo Messitte.
Na história dos EUA, dois americanos - Richard Nixon e Bill Clinton- sofreram processos de impeachment. O primeiro renunciou às vésperas de ser afastado. O segundo foi inocentado pelo Senado, após ser considerado culpado pela Câmara.

O que Cohen apresenta como prova

"Donald Trump é um homem que concorreu à Presidência para tornar sua marca grande, não para tornar nosso país grande (em referência ao slogan de campanha "Make America Great Again"). Ele não tinha desejo ou intenção de liderar esta nação - apenas de se promover e construir sua riqueza e poder", disse Cohen aos deputados.
A credibilidade de Cohen, no entanto, vem sendo questionada por aliados de Trump, que o chamaram de "fraudador" e "criminoso" durante a audiência.
O ex-advogado - que perdeu recentemente o direito de exercer a profissão - foi condenado a três anos de prisão após confessar culpa em uma série de acusações que incluem fraudes fiscais e bancárias e declarações falsas ao Congresso em um depoimento anterior.
Donald Trump e Putin
Mueller está conduzindo uma investigação sobre a suposta interferência russa na eleição presidencial

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

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Revelado: Como vender na internet - Definitivo



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domingo, 24 de fevereiro de 2019

Mais Que tudo - Rafael: Por que a crise na Venezuela interessa tanto paíse...

Mais Que tudo - Rafael: Por que a crise na Venezuela interessa tanto paíse...: Por que a crise na Venezuela interessa tanto países como Rússia, China e Turquia  A questão venezuelana ultrapassa as fronteiras do ...

Por que a crise na Venezuela interessa tanto países como Rússia, China e Turquia

Por que a crise na Venezuela interessa tanto países como Rússia, China e Turquia 

Manifestação a favor do governo da Venezuela na Turquia
A questão venezuelana ultrapassa as fronteiras do continente americano





Xi Jinping e Maduro
Acredita-se que a Venezuela deva à China cerca de US$ 16 bilhões
Foi justamente essa falta de transparência que fez com que a opinião pública chinesa ficasse desconfiada dos investimentos feitos na Venezuela.
Vincent Ni, analista da BBC para a China, explicou à BBC World que o governo "geralmente é muito aberto" em relação a seus investimentos no exterior. Então, o fato da China não "querer revelar quanto emprestou à Venezuela diz muito".
Diante da censura a que está submetida a população chinesa, é preciso recorrer à internet para saber o que os chineses pensam sobre esse tema. "Basicamente, (os chineses) dizem que a China ainda é um país em desenvolvimento e que há muitas pessoas vivendo na pobreza. (Assim, como pode) estar dando tanto dinheiro a outros países?", disse Ni. O especialista ressaltou, porém, que é difícil saber o quão representativos são comentários anônimos na internet com esse teor.
Mas a decisão chinesa de investir na Venezuela é estratégica. "(A China) sempre teve uma visão de longo prazo em relação à Venezuela: sendo este o país com as maiores reservas de petróleo do mundo, fazia sentido investir ali como uma forma de garantir uma fonte de petróleo, (produto) que é necessário para seu crescimento", disse Carlos de Sousa, da Oxford Economics.
Russ Dallen, um dos sócios do banco de investimentos Caracas Capital Markets, disse ao canal americano CNBC que os chineses temiam que a oposição venezuelana não reconhecesse as dívidas contraídas pelo país durante os anos de Hugo Chávez - ou então que encontrariam "brechas legais" para não honrar com os pagamentos.
"Os chineses não sabem o que fazer. Os homens de Maduro não estão pagando... e a situação continua se deteriorando", disse Dallen.

Bandeiras chinesas e venezuelana, hasteadas na China
Alguns chineses criticam que seu país empreste grandes somas de dinheiro a outros candidatos, quando ainda há tanta pobreza no próprio país


Maduro e Putin
A Rússia tem interesses econômicos e geopolíticos na Venezuela

Maduro e Rohani
Maduro e Rohan herdaram uma boa relação entre seus países dos antecessores Chávez e Ahmadinejyd

Imigrantes venezuelanos na Colômbia
O êxodo venezuelano gerou reação de dirigentes de diversas partes do mundo



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Mais Que tudo - Rafael: Como atrair mais clientes | Erico Rocha

Mais Que tudo - Rafael: Como atrair mais clientes | Erico Rocha: Como atrair mais clientes | Erico Rocha Para quem deseja se aventurar no mundo de vendas digital, é obrigatório conhecer os mét...

Como atrair mais clientes | Erico Rocha

Como atrair mais clientes | Erico Rocha





Para quem deseja se aventurar no mundo de vendas digital, é obrigatório conhecer os métodos 
que o mestre do Marketing Digital! Me acompanhe, pois terei mais materiais, aguardem.  

Mais Que tudo - Rafael: Crise na Venezuela: Como a estratégia de Trump no ...

Mais Que tudo - Rafael: Crise na Venezuela: Como a estratégia de Trump no ...: O presidente dos Estados Unidos,  Donald Trump , afirmou nesta semana que "os dias do socialismo e do comunismo estão contados não ape...

Crise na Venezuela: Como a estratégia de Trump no país se assemelha à antiga política dos EUA para Cuba

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta semana que "os dias do socialismo e do comunismo estão contados não apenas na Venezuela, mas também na Nicarágua e em Cuba".
O pano de fundo para a frase foi a crise na Venezuela, onde o presidente Nicolás Maduro enfrenta a pressão do líder da oposição, Juan Guaidó, dos Estados Unidos e de outros países - como o Brasil -, que não reconhecem mais o seu governo.

Mas a referência de Trump a Cuba em seu discurso na segunda-feira também evocou uma história que se desenrola há mais de meio século: o domínio comunista da ilha caribenha, situação que contraria a vontade de Washington desde então.

Donald Trump aparece olhando para o lado, com rosto pela metade, com bandeira da Venezuela ao fundo
Das palavras à ação, Donald Trump tem aumentado a pressão dos EUA contra o regime de Nicolás Maduro
Esforços para cercar Cuba comercial e politicamente, fortes advertências da Casa Branca ou planos fracassados ​​de invasões e assassinatos foram insuficientes para que os Estados Unidos conseguissem mudar o governo em Havana.

Agora que Trump escolhe endurecer as sanções econômicas contra o governo Maduro ou afirma que "todas as opções estão em aberto" para a Venezuela, surge a pergunta: trata-se da mesma e antiga estratégia dos EUA para Cuba?
"O roteiro tem um monte de coisas parecidas com Cuba", diz à BBC News Mundo Michael Shifter, presidente do Diálogo Interamericano, um centro de pesquisas sobre a região com sede em Washington.

Plano B e além?

Shifter, no entanto, aponta que existem também diferenças importantes na política dos EUA para a Venezuela e para Cuba.
Uma delas é que Washington nunca reconheceu um adversário como presidente interino de Cuba - como fez no mês passado com Guaidó, até que haja eleições na Venezuela.
Juan Guaidó discursa em frente a projeção de imagem e bandeira da Venezuela
O líder da oposição Juan Guaidó foi reconhecido como presidente interino da Venezuela por dezenas de países, como o Brasil e os EUA
Na realidade, os EUA foram o primeiro dos cerca de cinquenta países que reconheceram a titularidade de Guaidó.
Essa abordagem multilateral é outra distinção fundamental em relação à política de Washington para Cuba depois que Fidel Castro chegou ao poder na ilha, em 1959.
Embora os EUA tenham conseguido que Cuba fosse excluída da Organização dos Estados Americanos (OEA) em 1962, seus esforços para isolar o governo comunista eram vistos como unilaterais e geravam várias críticas na região.
Apesar do esforço, com o apoio dos militares venezuelanos, da Rússia, China e Cuba, Maduro já conseguiu ficar quase um mês no poder sem o reconhecimento destas dezenas de países que apoiaram Guaidó.
Trump apelou às autoridades militares da Venezuela dizendo, na segunda-feira, que eles arriscam "perder tudo" se continuarem leais a Maduro; na semana passada, o presidente americano afirmou ter um "plano B" caso o presidente permaneça no poder.
"Sempre tenho um plano B - e C, D, E e F", disse, sem detalhar.
Mas Shifter acredita que "os EUA subestimaram a capacidade de Maduro e dos generais de resistirem" e adverte que a coalizão internacional pode ser enfraquecida diante do endurecimento da retórica, de sanções econômicas ou de ameaças de ações militares.
"Os EUA pensaram que haveria um colapso muito dramático (do governo de Maduro). Isso não aconteceu", diz.
Um teste de força para ambas as partes poderá ocorrer no sábado, dia 23, prazo estabelecido por Guaidó para a entrada na Venezuela de ajuda humanitária enviada por outros países, o que Maduro rejeita.
Nesta quinta-feira, ele ordenou o fechamento da fronteira com o Brasil.
Maduro fala no microfone de dentro de um escritório
Nicolás Maduro se mantém no poder com o respaldo dos militares, da Rússia, China e Cuba

'Mentalidade da Guerra Fria'

Alguns analistas apontam que entre os principais arquitetos da estratégia dos EUA para a Venezuela estão velhos defensores do confronto político com Cuba.
Um deles é John Bolton, conselheiro de Segurança Nacional de Trump. Bolton chamou a Venezuela, Cuba e Nicarágua de "troika (palavra com origem no russo que indica um conjunto de três elementos) da tirania".
Outro é o senador republicano Marco Rubio, um cubano-americano que visitou a fronteira da Colômbia com a Venezuela no fim de semana.
"As pessoas que dirigem a política externa para o governo Trump veem o mundo com uma mentalidade da Guerra Fria", diz William LeoGrande, especialista na política americana para Cuba na Universidade Americana de Washington.

Para ele, quando os EUA deram início ao embargo comercial a Cuba em 1962, a economia da ilha era muito melhor do que a da Venezuela hoje. Ainda assim, Trump seguiu a mesma receita ao anunciar sanções contra a petrolífera estatal PDVSA.
John Bolton fala em reunião
John Bolton é um crítico feroz de Cuba e um dos arquitetos da estratégia americana para a Venezuela
As exportações de petróleo para os EUA eram uma fonte vital de renda para a Venezuela. Assim, para especialistas, as sanções contra a PDVSA são equivalentes a um embargo.
"A estratégia é exatamente a mesma (como em Cuba): o governo Trump acredita que estrangular ainda mais a economia venezuelana fará com que o governo desmorone", diz LeoGrande à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.
A eficácia da política de isolamento de Cuba foi questionada na gestão anterior da Casa Branca, sob o mandato de Barack Obama, que anunciou uma reaproximação com a ilha posteriormente revertida em partes por Trump.
"Não acho que possamos continuar fazendo a mesma coisa por mais de cinco décadas e esperar um resultado diferente. Não serve aos interesses dos Estados Unidos ou do povo cubano tentar empurrar Cuba para um colapso", disse Obama em 2014.
No último século, apenas um terço das sanções aos países em todo o mundo atingiram o objetivo de desestabilizar regimes com a ajuda de ações de inteligência ou ameaças militares, diz Gary Hufbauer, especialista do Instituto Peterson de Economia Internacional.
"Dada a fragilidade da economia venezuelana e sua grande dependência do petróleo, a probabilidade (de desestabilizar Maduro) seria de quase 50%", estima Hufbauer. "Certamente (as sanções) infligirão muita dor às pessoas comuns."
"Mas Maduro ainda tem os militares ao seu lado e uma assessoria de Cuba que têm se mostrado muito eficazes", acrescenta. "É possível que ele mantenha as coisas sob controle e fique ali por um longo tempo".

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